Para aqueles que acham que há um passo-a-passo ou uma receita prontinha que
devem seguir para serem promovidos, me desculpem… Estão muito enganados. É
impossível dizer exatamente o que fazer para ser promovido em sua empresa.
Baseando-me em experiências profissionais, observações e alguma leitura,
cheguei à conclusão que há princípios e requerimentos para a promoção. Não
sou expert, não procurei literatura especializada no assunto, apenas quero
deixar claro que é um conceito individual e 100% pessoal que eu gostaria de
compartilhar.
Costumo dizer que a promoção é baseada em 3 princípios:
1 – Ser a melhor opção para a posição/vaga
2 – Surgimento da oportunidade
3 – Timing
**
*Como ser a melhor opção?*
Em certo momento de minha carreira, um diretor me disse: “Se você quer ser
um gerente, aja como tal”. Claro que em meio a meus vinte e poucos anos
aquilo me pareceu a coisa mais estúpida que eu já tinha ouvido. “Agir como
um gerente? Sou um mero analista de suporte que não tem poderes para tomar
decisão, muito menos conhecimento do budget ou *empowerement *para executar
alguma melhoria.” Mas nunca deixei de tentar entender o que ele realmente
queria me dizer.
Os anos passam, as experiências se acumulam. Observava ao meu redor as
pessoas que eram promovidas e os motivos pelos quais tinham sido
reconhecidas. A peça que faltava para eu entender o significado real daquela
frase me foi dada por meu pai: “Não faça apenas o arroz com feijão”.
Tudo se encaixou… Pude, então, criar meu próprio conceito unindo as duas
informações: “Se quer ser promovido, um dos passos é estar preparado para a
sua próxima função, mas sem deixar de executar as tarefas que lhe são
incumbidas”. Em resumo: Fazer muito bem o arroz com feijão, mas não apenas
isso: procurar também participar da produção do bife com as batatas fritas.
Há uma linha tênue entre “fazer além do que se é contratado para fazer” e
“fazer SOMENTE ALÉM do que se é contratado para fazer”. Somos contratados
para executar determinadas tarefas. Pessoas diferentes com atribuições
diferentes em busca de um mesmo resultado. Se deixamos de fazer o que nos é
atribuído e passamos a fazer apenas o “bife com batatas fritas” o efeito é
completamente reverso. Em termos práticos, isso deixa um buraco na
organização. É como um zagueiro que quer ser atacante, mas deixa a zaga
descoberta.
Fazer além do que sou contratado para fazer, me garante a promoção? De forma
alguma. Isso garante visibilidade como profissional eficiente e pode te
deixar um passo à frente de outras opções que, eventualmente, sua linha
gerencial tenha em mente para aquela tão esperada vaga. Quem já faz isso no
dia-a-dia torna-se, mais comumente, a melhor opção para a vaga.
Reitero a expressão “MAIS COMUMENTE”. Não é somente o fato de fazer além do
que se é contratado que lhe garante ser a melhor opção. O fator
relacionamento também é determinante, mas não tenho “envergadura moral” para
descrever o relacionamento humano no ambiente profissional. Deixo isso para
os estudiosos da área.
Cabe lembrar que nunca há uma pessoa 100% preparada para a nova posição.
Entretanto, estar na metade do caminho o torna elegível.
*
*
*Surgimento da oportunidade*
Oportunidade = uma vaga na organização que precisa ser preenchida. Não pense
que serão criadas vagas pelo fato de haver pessoas preparadas para tais
posições. Das duas, uma: ou a organização está crescendo e precisa de
pessoas para assumir novos cargos; ou uma pessoa que antes ocupava tal cargo
não faz mais parte do quadro de funcionários da empresa. Não há milagres!!
**
*
*
*Timing*
Por mais preparado que você esteja e por mais que surja a oportunidade,
ambos tem que ocorrer ao mesmo tempo. Estar no lugar certo e no momento
certo. Aquela vaga apareceu no exato momento em que as pessoas que tomam a
decisão estão muito contentes com o seu trabalho. Você vem demonstrando sua
eficiência constantemente e está visível para a organização. Não adianta se
preparar DEPOIS que a vaga apareceu. A preparação tem que ser contínua e
anterior ao surgimento da oportunidade.
Em algumas empresas, há um tempo determinado para que haja ações (promoção,
alteração de salário, etc). No momento em que surge a oportunidade, não
estar nesse período de “carência” também é levado em conta. Tudo depende da
política da empresa. Entendê-la é fundamental.
Reforço que esses conceitos são puramente pessoais. Não há testes ou estudos
que foram realizados para garantir a acuracidade dessa informação nem
colocá-la em termos estatísticos. É uma visão bem simplista de uma ação
muito mais complexa que depende de fatores humanos.
Aos experts de plantão, se há informações detalhadas e estudos a respeito,
me interesso muito em tê-los.
Fonte: TI Especialistas<http://www.tiespeci alistas.com. br/2010/10/ como-ser- promovido- 2/>
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Supervisora é condenada por coagir funcionária a prestar depoimento falso em ação trabalhista.
A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação de uma supervisora da Fininvest Administradora de Cartão de Crédito por coagir uma funcionária a prestar declaração falsa em ação trabalhista contra a empresa. A denúncia foi feita pela própria funcionária, a qual gravou conversas que teve com a sua supervisora, uma delas dentro de um táxi.
A funcionária foi coagida a mentir sobre o horário de funcionamento da empresa, sob pena de demissão. O objetivo era eximir a Fininvest da condenação ao pagamento de horas extras, em uma reclamação trabalhista.
A supervisora, que havia sido absolvida em primeiro grau, foi condenada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região, por usar de grave ameaça contra a aludida funcionária, que figurava como testemunha no processo trabalhista, a fim de favorecer interesse próprio ou alheio (artigo 344 do Código Penal). Foi imposta a pena de um ano de reclusão, em regime aberto.
Em recurso ao STJ, a supervisora alegou que a tipificação do delito de coação, no curso de processo, exige real intimidação pela ameaça, o que não teria ocorrido, pois ela nem sequer tinha poderes para demitir ou admitir funcionários.
Matéria completa no site http://www.granadeiro.adv.br/template/template_clipping.php?Id=5406
Fonte: Superior Tribunal de Justiça, 27.10.2010
10 dicas para o RH ficar cada vez mais próximo do colaborador
*1 – *Ficar “escondido” na sala o expediente completo, durante toda a semana
só tornará a área de RH desconhecida para o cliente interno. Não precisa
sair em desespero para visitar todos os departamentos da empresa em um único
dia. Faça um cronograma e isso o ajudará a conhecer melhor quem atua em qual
setor.
*2 – *Nas visitar aos departamentos, mostre-se receptivo às informações dos
colaboradores, pois eles sempre têm algo novo e importante para que você
realize seu trabalho. Por essa razão, pergunte, tire suas dúvida e escute o
que os funcionários dizem sobre o próprio setor em que atuam e as ações da
empresa de uma forma geral.
*3 – *Não apenas receba informações, mas também seja um agente disseminador
da cultura, dos valores e da missão da empresa. Abra espaço para que os
colaboradores também tirem dúvidas. Nesse caso, dê um feedback e caso não o
faça naquele momento, assim que possível comprometa-se que dará um retorno.
Dessa forma, o profissional constatará que a opinião dele é valiosa para a
empresa e isso, certamente, influenciará a motivação interna.
*4 – *Aproveite os momentos “informais” do dia-a-dia para se aproximar dos
colaboradores. A hora do almoço é um momento muito oportuno. Sem parecer um
“penetra”, sente-se ao lado dos profissionais de outros departamentos e
tente integrar-se à conversa que está em evidência. Se o assunto for o
campeonato estadual de futebol, faça comentários pertinentes e não tome
partido de “A” ou “B”. Se o “bate papo” for sobre os filmes do momento, fale
um pouco sobre o seu estilo preferido, O importante é aproximar-se dos
funcionários naturalmente.
*5 – *Mesmo que tenha uma ótima memória, o estresse do dia-a-dia deixa a
mente cansada. A alternativa é ter sempre no “bolso” um bloco de anotações e
uma caneta para anotar as informações que obteve durante a conversa informal
com os profissionais. Isso evitará que você esqueça algo relevante para o
seu trabalho.
*6 – *Caso surja alguma dúvida em relação às informações que recebeu do
colaborador, não pense duas vezes e procure o profissional para alguns
minutos de uma conversa informal. O melhor é que isso seja feito
pessoalmente.
*7 – *Participe dos eventos comemorativos da organização e não apenas seja o
organizador das festividades. De que adianta promover algo, se você não está
lá para sentir como foi a receptividade dos colaboradores?
*8 – *Tente memorizar os nomes dos colaboradores da sua empresa. Contudo, se
o número de funcionários for muito expressivo, ao falar com alguém olhe
discretamente para o crachá e identifique o nome da pessoa. Se não for
possível, então, trate a pessoa de forma simpática com saudações do tipo:
“Olá! Bom dia! Como vai?”.
*9 – *Se durante uma conversa, você perceber que o funcionário não sabe ou
tem dúvidas sobre como chamá-lo, ao se despedir não perca a oportunidade de
comentar algo do tipo: “Não esqueça de me procurar, quando precisar. Basta
apenas ligar para o meu ramal e procurar por fulano. Caso não esteja no
momento, deixe um recado ou retorne a ligação”.
*10 – *Ao conversar com as pessoas, não esqueça de lembrar que a área de RH
está à disposição para tirar dúvidas e auxiliar os profissionais no que for
necessário. Passe a impressão de que você é acessível e não alguém
“intocável”.
Autora: Patrícia Bispo
Fonte: rh.com.br
só tornará a área de RH desconhecida para o cliente interno. Não precisa
sair em desespero para visitar todos os departamentos da empresa em um único
dia. Faça um cronograma e isso o ajudará a conhecer melhor quem atua em qual
setor.
*2 – *Nas visitar aos departamentos, mostre-se receptivo às informações dos
colaboradores, pois eles sempre têm algo novo e importante para que você
realize seu trabalho. Por essa razão, pergunte, tire suas dúvida e escute o
que os funcionários dizem sobre o próprio setor em que atuam e as ações da
empresa de uma forma geral.
*3 – *Não apenas receba informações, mas também seja um agente disseminador
da cultura, dos valores e da missão da empresa. Abra espaço para que os
colaboradores também tirem dúvidas. Nesse caso, dê um feedback e caso não o
faça naquele momento, assim que possível comprometa-se que dará um retorno.
Dessa forma, o profissional constatará que a opinião dele é valiosa para a
empresa e isso, certamente, influenciará a motivação interna.
*4 – *Aproveite os momentos “informais” do dia-a-dia para se aproximar dos
colaboradores. A hora do almoço é um momento muito oportuno. Sem parecer um
“penetra”, sente-se ao lado dos profissionais de outros departamentos e
tente integrar-se à conversa que está em evidência. Se o assunto for o
campeonato estadual de futebol, faça comentários pertinentes e não tome
partido de “A” ou “B”. Se o “bate papo” for sobre os filmes do momento, fale
um pouco sobre o seu estilo preferido, O importante é aproximar-se dos
funcionários naturalmente.
*5 – *Mesmo que tenha uma ótima memória, o estresse do dia-a-dia deixa a
mente cansada. A alternativa é ter sempre no “bolso” um bloco de anotações e
uma caneta para anotar as informações que obteve durante a conversa informal
com os profissionais. Isso evitará que você esqueça algo relevante para o
seu trabalho.
*6 – *Caso surja alguma dúvida em relação às informações que recebeu do
colaborador, não pense duas vezes e procure o profissional para alguns
minutos de uma conversa informal. O melhor é que isso seja feito
pessoalmente.
*7 – *Participe dos eventos comemorativos da organização e não apenas seja o
organizador das festividades. De que adianta promover algo, se você não está
lá para sentir como foi a receptividade dos colaboradores?
*8 – *Tente memorizar os nomes dos colaboradores da sua empresa. Contudo, se
o número de funcionários for muito expressivo, ao falar com alguém olhe
discretamente para o crachá e identifique o nome da pessoa. Se não for
possível, então, trate a pessoa de forma simpática com saudações do tipo:
“Olá! Bom dia! Como vai?”.
*9 – *Se durante uma conversa, você perceber que o funcionário não sabe ou
tem dúvidas sobre como chamá-lo, ao se despedir não perca a oportunidade de
comentar algo do tipo: “Não esqueça de me procurar, quando precisar. Basta
apenas ligar para o meu ramal e procurar por fulano. Caso não esteja no
momento, deixe um recado ou retorne a ligação”.
*10 – *Ao conversar com as pessoas, não esqueça de lembrar que a área de RH
está à disposição para tirar dúvidas e auxiliar os profissionais no que for
necessário. Passe a impressão de que você é acessível e não alguém
“intocável”.
Autora: Patrícia Bispo
Fonte: rh.com.br
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